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         ... ASSIM DIZ O SENHOR  ...

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1. Cristo Antes da Encarnação

 

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez." João 1:1-3

No princípio, Jesus, o Verbo, estava com Deus o Pai e Ele também era Deus. Deus o Pai e Jesus Cristo eram "Deus". Havia alguma diferença entre Cristo e Deus?  Deixemos que a Bíblia nos responda. Esta afirma que Jesus é a sabedoria de Deus:

"mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus." I Corintios 1:24 

Lemos em Provérbios, capítulo 8, uma dissertação sobre Cristo, a sabedoria de Deus. Note o que afirma este texto:

"Eu, a Sabedoria, habito com a prudência e disponho de conhecimentos e de conselhos.... Por meu intermédio, reinam os reis, e os príncipes decretam justiça. Por meu intermédio, governam os príncipes, os nobres e todos os juízes da terra.....

O SENHOR me possuía no início de sua obra, antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra. Antes de haver abismos, eu nasci, e antes ainda de haver fontes carregadas de águas. Antes que os montes fossem firmados, antes de haver outeiros, eu nasci. Ainda ele não tinha feito a terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo." Provérbios 8: 12, 15, 16, 22-26

O texto acima é claro ao afirmar que Cristo, a Sabedoria de Deus, nasceu. O Espírito da Profecia confirma que o texto de Provérbios 8 mencionado acima refere-se a Cristo:

"E o Filho de Deus declara a respeito de Si mesmo: "O Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos, e antes de Suas obras mais antigas. ... Quando compunha os fundamentos da Terra, então Eu estava com Ele e era Seu aluno; e era cada dia as Suas delícias, folgando perante Ele em todo o tempo". Prov. 8:22-30." Patriarcas e Profetas, pág. 34

Assim, não temos dúvidas de que é verdadeiro que Provérbios 8:22-30 disserta sobre Cristo. Uma vez que neste texto, mais especificamente no verso 24, lemos: "antes de haver abismos, eu nasci", e posto que tudo o que a Bíblia afirma é verdadeiro, temos como verdade que Jesus Cristo nasceu. Como foi que Jesus Cristo nasceu? As palavras proferidas por Ele mesmo, na oração sacerdotal, registradas em João capítulo 17, nos respondem:

...porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. João 17:8

Jesus Cristo disse que Ele saiu do Pai. Muitos aqui podem afirmar que não devemos entender o texto exatamente da forma que lemos. Entretanto, não são estas pessoas, e sim Cristo, que deve dizer como devemos entender os trechos da Bíblia. As palavras dita por Jesus ao fariseu ainda ecoam aos nossos ouvidos nos dias de hoje:

E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? Lucas 10:25, 26 (Versão Almeida Revista e Corrigida)

Segundo nos declara a Bíblia nas palavras do próprio Senhor Jesus, para compreendermos as verdades doutrinárias bíblicas, devemos entender os textos da forma que lemos. "Como lês?" Estas são as palavras de Jesus para nós hoje. Assim, quando lemos em João 17:8 que Jesus saiu de Deus, o Pai, entendemos exatamente isto: Jesus saiu de Deus, o Pai. Isto significa o mesmo que dizer que Jesus foi gerado pelo Pai. É por isso que a Bíblia afirma que Deus o Pai é o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo:

"Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo...." Efésios 1:3

Já vimos a pouco que, de acordo com as palavras de Cristo, a fim de compreender a verdade bíblica sobre assuntos concernentes às doutrinas bíblicas temos que entender os textos da forma que lemos. Assim, conforme está escrito acima, entendemos que Deus o Pai é Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em que sentido Ele é Pai de Jesus? No mesmo sentido que nossos pais terrenos são nossos pais. Lembremo-nos que a Bíblia foi escrita para os homens - desta forma, os comparativos que ela faz são os comparativos que os homens conhecem, para que eles (os homens) os compreendam. Deste comparativo entre a "paternidade terrena" e a "paternidade divina", podemos tirar lições muito importantes sobre a relação existente entre Cristo e Seu Pai.

A primeira delas é que, assim como nós somos seres humanos somos filhos de nossos pais porque fomos gerados por nossos pais, que eram seres humanos, Jesus é Deus porque foi gerado por Deus o Pai, que é Deus. Assim como nós possuímos a mesma natureza de nossos pais (a natureza humana pecaminosa), Jesus nasceu possuindo a mesma natureza de Seu Pai (a natureza divina). Por isso, após nascer, Jesus é um com Seu Pai em natureza.

Quando nascemos, tendo sido gerados a partir de nossos pais terrenos, herdamos também suas tendências pecaminosas, aquelas contra as quais teremos que lutar pelo poder que recebemos de Deus. A estas tendências herdadas por geração, chamamos de "tendências hereditárias". Da mesma forma, ao ser gerado pelo Pai, Jesus herdou as tendências de Seu Pai. Todavia, a Bíblia declara que o Pai não possuía qualquer tendência pecaminosa, e nem sequer podia ser tentado a pecar:

... Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta." Tiago 1:13

Assim, Jesus, ao ser gerado, herdou exatamente esta característica do Pai. Ele não podia sequer ser tentado a pecar. Ele herdou o mesmo caráter do Pai. Por isso, ao nascer, Jesus era um com o Pai em caráter.

Os filhos que amam muito seus pais tem o desejo de fazer a vontade deles. Chegamos a ver filhos que, por tanto amarem e conviverem com seus pais, têm desejos e propósitos muito semelhantes aos deles. Jesus foi gerado a partir de um Pai perfeitamente amoroso, e possuía perfeito amor por este Pai. Desta forma, os desejos do Pai eram perfeitamente manifestos em Seu Filho, que não procurava a própria glória, senão a daquele que o gerou. Jesus amava tanto a Seu Pai, que fazer Sua vontade era-lhe mais importante que o próprio comer. Ele testificou disto quando esteve na Terra:

Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra." João 4:34

O amor perfeito existente entre Cristo e Seu Pai é prova de que ambos possuem o mesmo propósito.

Assim, pelo ensinamento de que Deus o Pai gerou a Jesus Cristo, compreendemos que ambos são um em natureza, caráter e propósito. Isto confirma-nos o espírito da profecia:

"Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria por todo o Universo. Tudo estava em perfeita harmonia com a vontade do Criador. O amor a Deus era supremo; imparcial, o amor de uns para com outros. Cristo, o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai - um na natureza, no caráter e no propósito - o único Ser em todo o Universo que poderia entrar nos conselhos e propósitos de Deus." O Grande Conflito, pág. 493

O fato de Cristo ser o filho unigênito (o único gerado) de Deus o Pai, garantia que Ele era o único que teria a prerrogativa de ser um com o Pai, conforme atesta o texto acima. Ninguém mais possuiria esta prerrogativa, uma vez que ninguém mais foi gerado pelo Pai, e segundo a Bíblia não há nenhum outro Deus além do Pai:

todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos;" I Coríntios 8:6

Como foi Deus o Pai quem gerou a Jesus Cristo, foi Ele quem proporcionou a Cristo o Ser um com Ele. É por este motivo que Cristo declara:

"Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar. Eu e o Pai somos um." João 10: 29, 30

Fica então expressa a verdade de que foi o Pai quem deu a Jesus Cristo o "ser um" com Ele; e sendo Cristo o único Filho gerado pelo Pai, ninguém mais teria esta prerrogativa. O Pai, que é Deus, gerou a Cristo, que por ser da mesma natureza que Ele, também é Deus. Uma vez que ninguém mais teria a prerrogativa de Cristo (ser gerado a partir de um Deus), não poderia haver nenhum outro Deus além do Pai e do Filho.

Cada um de nós um dia fomos parte integrante do corpo de nossos respectivos pais terrenos. Neste sentido, pode-se dizer que temos a mesma idade que eles, porque uma vez, antes de ter o viver que temos na carne, existíamos como parte de nossos pais. Os Hebreus tinham este entendimento, de que os filhos antes de nascerem já existiam como parte de seus pais. O texto de Hebreus 7 nos confirma isto:

entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre eles recebeu dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.

Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior.

Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive.

E, por assim dizer, também Levi, que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão.” Hebreus 7:6-9

O texto acima aclara que Abraão pagou os dízimos ao sacerdote Melquisedeque, e que quando ele fez isto, Levi, que foi seu bisneto estava pagando os dízimos na pessoa de seu bisavô.

Da mesma forma que se considerava para com os seres humanos, temos que Cristo um dia foi parte integrante do Pai; e por isso podemos admitir que ele não é mais novo que Deus o Pai, porque mesmo antes de existir como ser independente do Pai, ele já existia, como parte do Pai, antes de ter sido gerado por Ele.

A Bíblia declara que todas as coisas foram criadas por meio de Cristo:

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.” João 1:1-3

Muitos entendem que não é possível harmonizar o fato de Jesus ter sido gerado pelo Pai e ao mesmo tempo ser co-eterno com Ele, sendo pré-existente e existente por Si mesmo. Todavia, uma vez que ambas as premissas da frase anterior (a geração e a eternidade de Cristo) são verdadeiras e a Bíblia é um todo verdadeiro, deve ser possível harmonizar ambas pela Bíblia. O fato de Jesus ter criado todas as coisas harmoniza estas duas premissas, e procuraremos explicar isto agora.

A palavra “eternidade” sugere-nos algo ou alguém que sempre existiu. Assim, esta palavra está associada ao tempo. Só posso dizer que algo ou alguém é “eterno”, ou sempre existiu quando sei que, sempre que houve tempo, esta coisa ou este alguém existiu. Todavia, o tempo é medido, ou contado, pelo movimento de coisas criadas, como por exemplo, os astros do céu. Nós, seres humanos, só sabemos contar o tempo medindo o movimento das coisas criadas. É desta forma que sabemos que o dia amanhece por volta das 6 horas da manhã, ou que escurece por volta das 6 horas da tarde, por exemplo. Portanto, percebemos que, se o tempo é contado pelo movimento das coisas criadas, e a palavra “eternidade” sugere algo ou alguém que sempre existiu enquanto houve tempo, temos finalmente que a palavra “eternidade” nos fala de alguém (Cristo, em nosso caso), que sempre existiu enquanto existiram coisas criadas. Mas se Cristo foi quem criou todas as coisas criadas pelo movimento das quais medimos o tempo, temos que Cristo criou o próprio tempo. Assim, enquanto existiu tempo, Cristo existiu. Concluímos portanto que Cristo é eterno porque, sempre que houve tempo, Ele existiu, sendo Ele mesmo o próprio criador do tempo. Como criador do tempo, Cristo não está restrito a ele; pelo contrário, Cristo é o Soberano dele. É por isso que lemos, no livro de Josué, que a pedido deste homem Cristo “parou o tempo” até que este concluísse a obra de dar cabo de seus inimigos:

Então, Josué falou ao SENHOR, no dia em que o SENHOR entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse na presença dos israelitas: Sol, detém-te em Gibeão, e tu, lua, no vale de Aijalom.

E o sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no Livro dos Justos? O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro.

Não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o SENHOR, assim, atendido à voz de um homem; porque o SENHOR pelejava por Israel.” Josué 10:12-14

A ciência, através de Albert Einstein em sua teoria da relatividade, provou que o tempo é uma propriedade da matéria. Se o tempo é uma propriedade da matéria, e foi Cristo que criou a própria matéria, pois “matéria” é aquilo de que são compostas as coisas criadas, Cristo é também o Autor do tempo, tendo existido sempre que houve tempo. Assim, mesmo pela análise dos postulados mais avançados da ciência, concluímos novamente que Cristo é eterno porque, sempre que houve tempo, Ele existiu, assim como havíamos concluído pela analogia simplificada do parágrafo anterior. Como foi Cristo quem criou a “matéria”, e o tempo é uma propriedade da matéria, antes dEle existir não havia tempo. A revelação bíblica no esclarece que Cristo nasceu antes que fosse criada a matéria, mencionada na passagem a seguir como sendo o “princípio do pó do mundo”:

Antes que os montes fossem firmados, antes de haver outeiros, eu nasci. Ainda ele não tinha feito a terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo.” Provérbios 8:25, 26

Com base no que compreendemos até agora, como compreendemos que Cristo é co-eterno com o Pai? Simples. Uma vez que foi Cristo que criou o tempo, ao criar a matéria, o “princípio do pó do mundo” e o Pai já existia quando Cristo o criou, temos que ambos, o Pai e o Filho, existiram sempre que houve tempo. Concluímos pois que ambos são eternos, pois eternidade significa sempre existir, enquanto houver tempo. Assim, temos que Cristo é co-eterno com o Pai. Como o tempo não existia antes de Cristo existir, temos que o fato de Cristo ter sido gerado do Pai não nega o fato de Ele ser co-eterno com o Pai.

Entendendo que Cristo é o Autor do tempo (pois é o Autor da matéria, e o tempo é uma propriedade da matéria), compreendemos que o fato de Ele ter sido gerado a partir do Pai não Lhe tira o atributo “eterno”, pois quando Cristo foi gerado pelo Pai não havia tempo (este não havia ainda sido criado por Cristo). Como foi Cristo quem criou a matéria, o “princípio do pó do mundo”, da qual o tempo é uma propriedade, Cristo nasceu antes que haver tempo. Apenas após Cristo nascer é que o tempo foi criado.

Não é correto para nós sequer afirmar que o Pai existia “antes” de Cristo ser gerado, pois nós, seres humanos, empregamos a palavra “antes” sempre associada ao tempo. Para os seres humanos, algo que existia “antes” significa algo que existia em um tempo anterior, e não podemos representar desta forma o fato de o Pai existir e o Filho ser gerado a partir dEle. Sobre a geração e a eternidade de Cristo, é-nos correto apenas afirmar que:

Cristo foi gerado pelo Pai antes que houvesse tempo; Cristo, juntamente com o Pai criou “o princípio do pó do mundo”, a matéria a partir da qual Ele formou todas as coisas, da qual o tempo é uma propriedade. Então, Cristo, juntamente com o Pai, criou o tempo, e por isto ambos são eternos, pois co-existem desde que existe tempo.

É correto, portanto, afirmar que Jesus teve sua origem na eternidade, como afirma a Bíblia:

E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." Miquéias 5:2

Diferentemente de Cristo, Deus o Pai não possui origem. Disto atesta a escritura no livro de Hebreus, pelo comparativo que faz entre Deus o Pai e o sacerdote Melquisedeque:

Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou,  para o qual também Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente." Hebreus 7:1-3

O Espírito da Profecia confirma que Melquisedeque é mencionado como tipo de Deus o Pai:

"Melquisedeque não era Cristo, mas era a voz de Deus no mundo, representante do Pai." Mensagens Escolhidas, Vol. 1, pág. 409

Pelo fato de Deus o Pai não ter origem, é Ele denominado "Ancião de Dias" em Daniel capítulo 7:

"Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente....

Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele." Daniel 7:9

No texto acima, Jesus é denominado "Filho do Homem", enquanto Deus o Pai é chamado de "Ancião de Dias".

Do que estudamos nesta seção, concluímos o seguinte sobre a natureza de Cristo antes de Sua encarnação:

·       Cristo foi gerado pelo Pai antes que houvesse tempo;

·       Cristo, juntamente com o Pai, criou o tempo, e por isto ambos são eternos, pois co-existem desde que existe o “tempo”;

·       Como Cristo foi um filho gerado pelo Pai, que é Deus, Ele também é Deus, sendo um com o eterno Pai.

·       Por ser o Filho Unigênito, o único Filho gerado pelo Pai, que é Deus, Cristo é o único Deus que é “um” com o eterno Pai.

 

                                 

                                  

 

                                           

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