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Mordomia e Evangelismo

 “E, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus. Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai. Não vos provereis de ouro, nem de prata, nem de cobre nos vossos cintos”.Mateus 10:7-9 

Não é difícil, para qualquer um, perceber que existe uma enorme diferença entre a mensagem de mordomia estabelecida por Jesus, e o que a maioria das igrejas estabeleceram, em nossos dias, como meios financeiros necessários ao custeio do templo. Embora se apresentem como respaldados nas Escrituras, verificamos que seus embasamentos bíblicos, não suportam um exame sério e imparcial.

O que assistimos são agentes inescrupulosos que se locupletam financeiramente as custas de pessoas que, em sua boa fé, imaginam cumprirem a vontade de Deus, no entanto estão ajudando a construir, em benefícios e proveitos alheios, grandes impérios capitalistas, capazes de suplantar as mais bem sucedidas empresas multinacionais.

Ficamos estupefatos com os mirabolantes meios que são utilizados para enganar as pessoas. Segundo a ordem do Mestre, a igreja deveria ser uma instituição para servir gratuitamente a comunidade, e jamais deveria ser um instrumento de exploração das massas. 

Muitos reconhecem que este estado de coisas não está correto, e que algo precisa mudar, mas poucos são aqueles que percebem que a sua própria denominação também pode estar envolvida no amor ao vil metal. 

Parece-nos bastante clara a ordem de Jesus, dada a todos os seus discípulos, da qual podemos extrair alguns ensinos preciosos, tais como: 

a)     Somos admoestados que nossa principal tarefa é evangelizar;

b)     Nossa segunda preocupação será a de servir a comunidade;

c)      Todo o nosso serviço deve ser voluntário e gratuito;  

Em sua essência a mensagem do evangelho é tanto gratuita para aquele que a recebe, quanto para aquele que a transmite, não vislumbramos em nenhum registro bíblico, Jesus ou os seus discípulos cobrando ou recebendo alguma vantagem financeira.Toda a base de sustentação do evangelho repousa no amor, misericórdia e voluntário serviço ao próximo.  

Em sua vida, entre nós, Jesus esteve sempre envolvido em servir aos necessitados, inclusive utilizando o poder do Pai para operar milagres e curas, sem jamais receber alguma retribuição pelo beneficio concedido, muito pelo contrario, recebeu ingratidão e rejeição.  

“Não vos provereis de ouro, nem de prata, nem de cobre nos vossos cintos” – Esta expressão do texto reforça o conceito de que o serviço da evangelização deve ser voluntário e gratuito, logo essa idéia de “obreiro assalariado” não se originou nos ideais de Jesus, mas não passa de criação dos homens.  

Um abraço,  

Texto de Heráclito Fernandes da Mota

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